Cinco elementos dos "ARES"e suas familias (Fernando Castro,Tony Dupont,Nuno Baião,António Coretez e Eu),deslocaram-se em 15 de Agosto a La Massana,para disfurtar (pensávmos nós) de uns dias divertidos no Bike Park.
Foi com toda a adrenalina possivel que estávamos na telecabine dia 17 Domingo pelas 9.40 (só abria às 10) para nos levar a tão altos vôos.Ai reunimos com Cesar Pernalonga que já tinha mandado umas tantas cambalhotas,e nos avisava para andar devar e com cuidado.
Lá fizemos a inscrição e subida no teleférico.A espéctativa era elevada.
Como eu e Tony possuiamos as montadas mais fracas,combinamos andar os 2 juntos a fazer os tracks verdes,mas foi sol de pouca dura.Já faziamos verdes,azuis,vermelhas e até pequenos troços de pretas.
Ao fim de 3 voltas pela DH1 Carbonnera Azul,reunimos por volta das 13 horas para uma ultima descida.Ai Cesar voltou a avisar para termos juizo (Tony devia estar ausente nas nuvens).E lá partimos ,eu que estava um pouco cansado fiz a pista de sky e quando cheguei lá abaixo,Cortez,disse-me que Tony tinha tido um furo e vinha mais devagar.
Passado um bocado aparace ele ,mas com um furo no joelho.Lá venho eu e Cortez buscar os carros para transportar o menino para o Hotel.
Depois de um banho merecido fomos até Andorra e Tony depois de repensar resolve ir ao Hospital,veio de lá ao principio de noite em pior estado do que tinha entrado.
Dia seguinte já só subimos pelas 11 horas e em resultado da queda do Tony lá fui comprar equipamento pra o corpo (cotoveleiras e joelheiras).Lá andámos até cerca da hora do almoço e até corria bem sem ninguém se aleijar demasiado ,com escepção de Castro que devês em quando demontava mais na horinzontal,mas era assim mesmo.
Continuando com a companhia de Cesar e já fartos de ouvir as mesmas preces,lá fomos fazer a Route 66 ,que nos levava a La Massana.
Passados alguns kms e cançasso parei junto de umas arvores para descansar e passa por mim cortez,caindo de seguida e com ida directa ao Hospital.
Corte no nariz e dedo mindinho entalado.
Em resumo 40% fora de combate.
2 dias e 2 no Hospital.Já se aceitavam apostas para dias seguintes.
Dia seguinte foi dia dos miudos e familias irem ter conosco até ao cimo e só Manel depois de umas piroetas em btt se pôs de lágrimas ao canto do olho.Ai Cesar já nos tinha abandonado e vinha em viagem.
Quarta foi dia de descanso e piscina e quinta eu ,Baião e Cortez,decidimos fazer o XC4.
Foi divinal e dificil.Passamos por paisagens mágnificas com desniveis desde 1500 mts a 2300 mts.Foram 40 kms (saida do Hotel) com 2478 mts de subida em 3 horas e 41´.
Ai o Poeta cortou relações conosco ,porque apahou uma seca do caraça há nossa espera.
Sexta dia de compras em Andorra e arumar as coisa para zarpar sábado pela manhâ.
Em resumo ,tirando as idas ao Hospita e as birras até correu bem.
Salvei-me.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
2ª Rota da Cereja Fundão
A convite da Presidência do ARES,um grupo de elementos activos e suas familias deslocaram-se no fim de semana de 14 de Junho,para o Fundão,para realizar a dita Maratona e passar um belo dum fim de semana no Hotel Alambique de Ouro.Ai chegados e efectuado o chek in ,os mais pequenos arrancaram logo para a piscina ,enquanto alguns adultos arrancaram violentamente para o Bar.Durante a tarde enquanto os pequenos e alguns graudos se banhavam,outros elementos foram para estágio para os seus aposentos.
O jantar a cargo do Vice (O Poeta) e Baião,foi numa quinta perto da Covilhã ,que nos recebeu divinalmente bem.
Domingo pelas 7.30 da manhã ,começaram a chegar os atleta do Ares ao pequeno-almoço,com toda a pujança que lhes é conhecida.(dor de cabeça,boca a saber a papel de musica,etc... ).
Ao grupo que ficou conosco no Hotel,veio se juntar vindo do Porto ,Carlos Vaz e António Cortez.
Pelas 9 horas foi a largada junto à Câmara do Fundão. O percurso tinha paisagens espectaculares e certas subidas de detruir tudo e outras descidas que só deram cabe de um.
Os elementos do ARES,fizeram um bom resultado e o Carlos Vaz fez o 4ºlugar à geral.
Também foi lindo ver o Vitor montado numa Pic-up,que me fez lembrar Africa no seu melhor.
Em resumo :
Distância: 44.79 Km
Altitude Máxima:964 m
Altitude Acumulada:1247 m
O jantar a cargo do Vice (O Poeta) e Baião,foi numa quinta perto da Covilhã ,que nos recebeu divinalmente bem.
Domingo pelas 7.30 da manhã ,começaram a chegar os atleta do Ares ao pequeno-almoço,com toda a pujança que lhes é conhecida.(dor de cabeça,boca a saber a papel de musica,etc... ).
Ao grupo que ficou conosco no Hotel,veio se juntar vindo do Porto ,Carlos Vaz e António Cortez.
Pelas 9 horas foi a largada junto à Câmara do Fundão. O percurso tinha paisagens espectaculares e certas subidas de detruir tudo e outras descidas que só deram cabe de um.
Os elementos do ARES,fizeram um bom resultado e o Carlos Vaz fez o 4ºlugar à geral.
Também foi lindo ver o Vitor montado numa Pic-up,que me fez lembrar Africa no seu melhor.
Em resumo :
Distância: 44.79 Km
Altitude Máxima:964 m
Altitude Acumulada:1247 m
sexta-feira, 16 de maio de 2008
De Santiago a Fisterra
Em 24 de Abril de 2008 ,quatro membros activos dos "ARES",resolveram e bem meter-se a caminho de Santiago de Compostela para fazer os 92 kms que a ligava ao Fisterra pelos Caminos de Santiago.Eu,Nandinho,Tony , Lori e meu filho João saimos de Gaia pelas 19 horas para nos dirigirmos a tão bela cidade.Estavamos mortinhos para chegar,para irmos beber uma "menis"perto da catedral a um local mágnifico.(não digo o nome para ficar só para nós).
Depois de mágnifica refeição dirigimo.nos a pé para o Hotel,durante esta viagem fomos abordados por 3 garinas de garrafa de coca-cola na mão que depois de 1€ ,nos deram um convite para ir a um bar.Como responssaveis que somos e pela hora tardia que era .passamos de raspão.
Depois de breve passagem pelo quarto do Hotel,visto termo-nos levantado às 6 horas e sem direito a pequeno almoço,arrancámos para a garagem para ir buscar as biclas.
Saimos por volta das 7 horas da Catedral,com aquela foto "daprache".O Nandinho de calça de ganga (parecia que tinha saido da disco),pois tinha-se esquecido dos calções..Como o snr.Baião não gosta de croissants,resultado ,pequeno almoço de dankake serca de 15 kms depois.A saida de Santiago é algo de lindo,pelo meio dos bosques.
Até à hora do almoço,a unica coisa de relevante foi que nosso amigo Tony viu uma escursão vinda dos lados de Tui e queria dar meia volta.Porque seria?
Felizmente perto do km 48 encontrámos uma tasca que nos serviu umas sandocas e digo felizmente,pois a partir dai não havia mais nada para trincar.
Penssamos que a partir do km 50 era mais fácil,mas devido a termos durmido pouco ou não sei o quê ,os kms ficavam cada vez mais penosos.Então os ultimos 15 kms foi de chorar de tanta subida.A Parte final é feita junto à praia e saldou-se com umas "menis" e algum marisco à mistura.
Depois foi o regresso a casa e esperar que dia 30 chegasse.
resumo da viagem:
acumulado de subidas 2218 mts
kms andados 88 kms
tempo gasto 8 horas
Depois de mágnifica refeição dirigimo.nos a pé para o Hotel,durante esta viagem fomos abordados por 3 garinas de garrafa de coca-cola na mão que depois de 1€ ,nos deram um convite para ir a um bar.Como responssaveis que somos e pela hora tardia que era .passamos de raspão.
Depois de breve passagem pelo quarto do Hotel,visto termo-nos levantado às 6 horas e sem direito a pequeno almoço,arrancámos para a garagem para ir buscar as biclas.
Saimos por volta das 7 horas da Catedral,com aquela foto "daprache".O Nandinho de calça de ganga (parecia que tinha saido da disco),pois tinha-se esquecido dos calções..Como o snr.Baião não gosta de croissants,resultado ,pequeno almoço de dankake serca de 15 kms depois.A saida de Santiago é algo de lindo,pelo meio dos bosques.
Até à hora do almoço,a unica coisa de relevante foi que nosso amigo Tony viu uma escursão vinda dos lados de Tui e queria dar meia volta.Porque seria?
Felizmente perto do km 48 encontrámos uma tasca que nos serviu umas sandocas e digo felizmente,pois a partir dai não havia mais nada para trincar.
Penssamos que a partir do km 50 era mais fácil,mas devido a termos durmido pouco ou não sei o quê ,os kms ficavam cada vez mais penosos.Então os ultimos 15 kms foi de chorar de tanta subida.A Parte final é feita junto à praia e saldou-se com umas "menis" e algum marisco à mistura.
Depois foi o regresso a casa e esperar que dia 30 chegasse.
resumo da viagem:
acumulado de subidas 2218 mts
kms andados 88 kms
tempo gasto 8 horas
quinta-feira, 15 de maio de 2008
De Rabanal del Camino a Santiago
Em 30 de Abril de 2008, 16 compinchas deixaram as suas casa para fazer uma aventura ,nos "Caminos de Santiago".
Foi escolhido pelo Vice, Fernando Castro "O Poeta",serem os Caminos Franceses".
Dirigimo-nos num autocarro de 52 lugares ,alugado em Aveiro à A.V.A. ,com as nossas montadas bem acondicionadas ,até Rabanal del Camino.
1ª Etapa Rabanal del Camino-Ponferrada 37 kms+/-
Ai chegados pelas 16 horas ,era altura de nos despacharmos pois o céu apresentava umas nuvens algo estranhas e via-se neve ao fundo.
Não poderiamos ter iniciado esta aventura da melhor maneira,pois em pouco espaço de tempo,apanhámos, sol ,chuva,granizo,neve e gelo.Um pequeno grupo de 5 (Castro ,Miguel,Baião, Dr Rui e eu),os mais lentos a bem dizer,formámos a cauda do pelotão e fomos nos divertindo com o espéctaculo que se deparava à nossa frente,com excepção feita ao magricelas do Miguel que se dá mal com o frio.Na chegada a Ponferrada,todos os elementos foram recebidos com um brilhante arco-iris.
Depois foi a ida para o Hotel,aonde nos esperava um retemperador duche quente.
Não houve tempo para descansso e logo de seguida deslocámo-nos a um belo de um restaurante de grelhados,os quais fomos atendidos por uma camareira encantadora,de sua graça,Ester.Ai o vice puxou dos seus galões de engatatão-môr e lá foi tirar uma foto.
Na manhã seguinte viemos a saber que alguns dos nossos convivas tinham sido convidados a sair do tal restaurante ,por se ter esgotado o stock da cerveja.
2ªEtapa Ponferrada-Samos 92 kms.
Saimos pelas 8.45 ,pois só nos serviram o pequeno almoço pelas 8 horas.Ai começou a 1ª confusão com certos Bttistas a querer lavar as bikes.Atraso.
Era a etapa com maior dimensão e dificuldade.Depois deste imprevisto dirigimo-nos para a 1ªdificuldade que era ,não só subir aos 1300 mts do Cebreiro.
Ai eu e Dr.Rui chegámos a um entendimento,que era,quem baixa-se da bicla,o outro também se apeava.E assim lá subimos os 16 kms.
Chegádos ao Cebreiro já se encontrava alguns colegas num restaurante a almoçar um belo dum bife.Ai com o meu espirito desportivo e sem passar por cima de ninguém , vendo que Castro e Tony Dupont estavam no balcão ,pedi à senhora 1 cola e um bife igual ao destes.Passados 3 minutos ,qual o meu espanto quando estou servido, e salta "El Presidente",para a barra da mesa a querer levar meu suculento bife,pois estava sentado e sem comer.
Depois de reunir o pessoal que tinha resolvido ir por um trilho mais curto,mas mais empenoso(que o diga o Fred e o Adriano) dirigimo-nos para Samos aonde para variarmos chegámos tarde e ainda o meu amigo e colega de quarto Baião teve a amabilidade de lavar a minha bike.
Samos é uma pequena aldeia com um Mosteiro mágnifico.
3ªEtapa Samos-Melide 75 kms
Desta vez saimos pelas 8.15, o que deu para fazermos uma viagem mais descansada.Passamos por imensos peregrinos a pé e 3 a cavalo.Fred ainda ajudou uma BTT espanhola e Dr Rui fez uma ligadura a uma senhora de idade que caiu e deu cabe da omoplata.
Nessa parte da manhã fui sózinho até à hora de comer uma sandoca.Uns minutos antes Pedro e Miguel apanharam-me e disseram que estavam exaustos pois tinham vindo à minha
procura.Ai passei por mais caminhantes:Mauricias,Brasil,Itália,Espanha,Alemanha e Paises Nórdicos.Chamou-me atenção uma nórdica muito bonita que fazia o caminho sózinha.
Antes de chegarmos a Melide,aonde terminava esta etapa,um grupo "Restrito" de meus colegas encontra uma esplanada,acabada de abrir ,e qual o meu espanto que ainda não tinha voltado para trás e já havia umas "menis" em cima da mesa.Ai começou a revolução sobre as hostes avançadas.Coitado do meu colega de quarto,apanhou tantas.
Depois de lavadas as bikes,tomado um belo de um chuveiro e dado umas voltas pela terra,fomos jantar,e para variar um bruto de um grelhado.
Segundo o "El Presidente" e "Vice" ,só jantámos 15 ,pois não sabém aonde se meteu o coitado do Baião.
Só foi encontrado no dia seguinte pela manhã,quando o vice entrou derompante no meu quarto.
Até hoje ainda não soube o que se passou no quarto da Presidência durante essa noite,pois se não os tenho ido acordar,ainda estariam por lá.
4ªEtapa Melide-Santiago 40 kms
No habitual brifing matinal ,o vice ,disse ser uma etapa que subiria pouco e que passados 15 kms era sempre a descer.
Hora esperei sempre por esses 15 kms e cheguei à conclusão que devido aos tremores de terra existentes a etapa estava completamente mudada.
Vice,não sei se sentiste as orelhas quentes,mas fui te chamando uns nomes enquanto os kms iam passando.Ai tive a companhia do meu "Anjo da Guarda",Cortêz,para se redimir da etapa anterior.Dizia ele assim,agora é sempre a descer e aquilo virava-se ao contrário.Será que eles no ano passado fizeram isto ou foram para a praia.Chegados ao Monte do Gozo,reagrupámos para a foto de grupo.Afinal diz alguém ,somos 15.Faltava Sarmento ,que com a fubia das carimbadas ,não tinha chegado a tempo.
Faltavam os ultimos kms até à Catedral . Foram feitos devagar e em ordenação desalinhada.
Quando entrámos pela porta dos perguerinos ,démos de cara com as nossa familias e foi a confusão alegremente generalizada com os miudos a correr para o meio de nós.
Posso afirmar agora que me vieram as lágrimas aos olhos,tanto por ter conseguido realizar esta proesa,como do companheirismo que houve entre todos.
Foi duro,mas realizavél.
Agradeço a todos e em particular ao Fernando Castro ,por me ter convidado, e por saber que estava inscrito em Portalegre e ter insistido para me desmarcar, o que veio a acontecer.
Fernando ,conhecemo-nos à relativamente pouco tempo,já fiz nestes meus 53 diversas aventuras,entre as quais 2 expedições a Africa.
Esta foi a que me marcou mais ,não só pela dureza como pelo convivio que voçês me proporcionaram. Sabes nas expedições passamos praticamente o tempo dentro do carro com a mesma pessoa ao lado,aqui não estávamos sempre uns com o outros.
Até sempre
Foi escolhido pelo Vice, Fernando Castro "O Poeta",serem os Caminos Franceses".
Dirigimo-nos num autocarro de 52 lugares ,alugado em Aveiro à A.V.A. ,com as nossas montadas bem acondicionadas ,até Rabanal del Camino.
1ª Etapa Rabanal del Camino-Ponferrada 37 kms+/-
Ai chegados pelas 16 horas ,era altura de nos despacharmos pois o céu apresentava umas nuvens algo estranhas e via-se neve ao fundo.
Não poderiamos ter iniciado esta aventura da melhor maneira,pois em pouco espaço de tempo,apanhámos, sol ,chuva,granizo,neve e gelo.Um pequeno grupo de 5 (Castro ,Miguel,Baião, Dr Rui e eu),os mais lentos a bem dizer,formámos a cauda do pelotão e fomos nos divertindo com o espéctaculo que se deparava à nossa frente,com excepção feita ao magricelas do Miguel que se dá mal com o frio.Na chegada a Ponferrada,todos os elementos foram recebidos com um brilhante arco-iris.
Depois foi a ida para o Hotel,aonde nos esperava um retemperador duche quente.
Não houve tempo para descansso e logo de seguida deslocámo-nos a um belo de um restaurante de grelhados,os quais fomos atendidos por uma camareira encantadora,de sua graça,Ester.Ai o vice puxou dos seus galões de engatatão-môr e lá foi tirar uma foto.
Na manhã seguinte viemos a saber que alguns dos nossos convivas tinham sido convidados a sair do tal restaurante ,por se ter esgotado o stock da cerveja.
2ªEtapa Ponferrada-Samos 92 kms.
Saimos pelas 8.45 ,pois só nos serviram o pequeno almoço pelas 8 horas.Ai começou a 1ª confusão com certos Bttistas a querer lavar as bikes.Atraso.
Era a etapa com maior dimensão e dificuldade.Depois deste imprevisto dirigimo-nos para a 1ªdificuldade que era ,não só subir aos 1300 mts do Cebreiro.
Ai eu e Dr.Rui chegámos a um entendimento,que era,quem baixa-se da bicla,o outro também se apeava.E assim lá subimos os 16 kms.
Chegádos ao Cebreiro já se encontrava alguns colegas num restaurante a almoçar um belo dum bife.Ai com o meu espirito desportivo e sem passar por cima de ninguém , vendo que Castro e Tony Dupont estavam no balcão ,pedi à senhora 1 cola e um bife igual ao destes.Passados 3 minutos ,qual o meu espanto quando estou servido, e salta "El Presidente",para a barra da mesa a querer levar meu suculento bife,pois estava sentado e sem comer.
Depois de reunir o pessoal que tinha resolvido ir por um trilho mais curto,mas mais empenoso(que o diga o Fred e o Adriano) dirigimo-nos para Samos aonde para variarmos chegámos tarde e ainda o meu amigo e colega de quarto Baião teve a amabilidade de lavar a minha bike.
Samos é uma pequena aldeia com um Mosteiro mágnifico.
3ªEtapa Samos-Melide 75 kms
Desta vez saimos pelas 8.15, o que deu para fazermos uma viagem mais descansada.Passamos por imensos peregrinos a pé e 3 a cavalo.Fred ainda ajudou uma BTT espanhola e Dr Rui fez uma ligadura a uma senhora de idade que caiu e deu cabe da omoplata.
Nessa parte da manhã fui sózinho até à hora de comer uma sandoca.Uns minutos antes Pedro e Miguel apanharam-me e disseram que estavam exaustos pois tinham vindo à minha
procura.Ai passei por mais caminhantes:Mauricias,Brasil,Itália,Espanha,Alemanha e Paises Nórdicos.Chamou-me atenção uma nórdica muito bonita que fazia o caminho sózinha.
Antes de chegarmos a Melide,aonde terminava esta etapa,um grupo "Restrito" de meus colegas encontra uma esplanada,acabada de abrir ,e qual o meu espanto que ainda não tinha voltado para trás e já havia umas "menis" em cima da mesa.Ai começou a revolução sobre as hostes avançadas.Coitado do meu colega de quarto,apanhou tantas.
Depois de lavadas as bikes,tomado um belo de um chuveiro e dado umas voltas pela terra,fomos jantar,e para variar um bruto de um grelhado.
Segundo o "El Presidente" e "Vice" ,só jantámos 15 ,pois não sabém aonde se meteu o coitado do Baião.
Só foi encontrado no dia seguinte pela manhã,quando o vice entrou derompante no meu quarto.
Até hoje ainda não soube o que se passou no quarto da Presidência durante essa noite,pois se não os tenho ido acordar,ainda estariam por lá.
4ªEtapa Melide-Santiago 40 kms
No habitual brifing matinal ,o vice ,disse ser uma etapa que subiria pouco e que passados 15 kms era sempre a descer.
Hora esperei sempre por esses 15 kms e cheguei à conclusão que devido aos tremores de terra existentes a etapa estava completamente mudada.
Vice,não sei se sentiste as orelhas quentes,mas fui te chamando uns nomes enquanto os kms iam passando.Ai tive a companhia do meu "Anjo da Guarda",Cortêz,para se redimir da etapa anterior.Dizia ele assim,agora é sempre a descer e aquilo virava-se ao contrário.Será que eles no ano passado fizeram isto ou foram para a praia.Chegados ao Monte do Gozo,reagrupámos para a foto de grupo.Afinal diz alguém ,somos 15.Faltava Sarmento ,que com a fubia das carimbadas ,não tinha chegado a tempo.
Faltavam os ultimos kms até à Catedral . Foram feitos devagar e em ordenação desalinhada.
Quando entrámos pela porta dos perguerinos ,démos de cara com as nossa familias e foi a confusão alegremente generalizada com os miudos a correr para o meio de nós.
Posso afirmar agora que me vieram as lágrimas aos olhos,tanto por ter conseguido realizar esta proesa,como do companheirismo que houve entre todos.
Foi duro,mas realizavél.
Agradeço a todos e em particular ao Fernando Castro ,por me ter convidado, e por saber que estava inscrito em Portalegre e ter insistido para me desmarcar, o que veio a acontecer.
Fernando ,conhecemo-nos à relativamente pouco tempo,já fiz nestes meus 53 diversas aventuras,entre as quais 2 expedições a Africa.
Esta foi a que me marcou mais ,não só pela dureza como pelo convivio que voçês me proporcionaram. Sabes nas expedições passamos praticamente o tempo dentro do carro com a mesma pessoa ao lado,aqui não estávamos sempre uns com o outros.
Até sempre
Subscrever:
Mensagens (Atom)